quarta-feira, 9 de setembro de 2026

CULTURARTE 317 - setembro de 2026

CULTURARTE 317 - setembro de 2026



- DANI MOTTA, atriz pornô, criadora de conteúdo adulto, influenciadora e agora empresária, à frente da inusitada e já grande sucesso BARBEARIA NUDISTA em Santa Catarina
- O sucesso da 'Pastora' Daniela Alves
- ALTINA PIMENTEL mais uma vez na Campanha de Prevenção ao Câncer de Mama
"Mulheres acima dos 50 anos apresentam mais risco de desenvolver câncer de mama". Saiba como evitar!
- CÉLIA TAVARES: "PAPO RETO E SÉRIO', meu pedido real de SOCORRO! O triste relato e o pedido de socorro desta linda mulher que sofreu 21 anos na mão de um narcisista. "As marcas ficaram no corpo e na alma", declara Célia Tavares.

Tudo isso na edição de setembro do Informativo CULTURARTE, já circulando nas versões on line e revista eletrônica

















terça-feira, 25 de agosto de 2026

CULTURARTE 316 - agosto de 2026 (segunda edição)

CULTURARTE 316
agosto de 2026 (segunda edição)



- ELAINE TELES: Conheça a terapeuta e escritora, escolhida MUSA OUTONO INVERNO 2026
-  A incrível história de LARISSA MOLINA psicóloga e pós-graduanda em neuropsicologia.
- Um texto incrível: O QUE EU PERDI ORANDO?

Tudo isso na segunda edição de agosto do Informativo CULTURARTE, já circulando nas versões on line e revista eletrônica.










domingo, 16 de agosto de 2026

Morre Pituca, a pinscher conhecida pelo jeito “bravo” que conquistou a internet, aos 12 anos

 Tutora Amanda contou que a cachorrinha passou seus últimos momentos junto da família e morreu nos braços dela e da filha na manhã do domingo (16/8)


A cachorrinha Pituca, uma das pinschers mais conhecidas das redes sociais brasileiras, morreu na manhã do domingo, 16 de agosto, aos 12 anos. A notícia foi comunicada pela própria família nos perfis de Juju e Pituca, onde milhões de pessoas acompanharam durante anos o jeito irreverente e a personalidade marcante da pequena cadela.

Segundo Amanda, tutora de Pituca, a cachorrinha morreu por volta das 6:50h da manhã, em casa, depois de passar a madrugada bastante debilitada. Ela apresentava dificuldade para respirar e já não conseguia andar, comer ou beber água sem ajuda.

Emocionada, Amanda contou que permaneceu ao lado dela até os últimos instantes.

Eu lutei até o final, fiquei com ela até o final, e ela faleceu nos nossos braços”, relatou. Em outra publicação, a família afirmou que Pituca estava cercada por Amanda e Mayara no momento da despedida.

Pituca vinha enfrentando problemas de saúde

Nos últimos tempos, os seguidores já acompanhavam a luta de Pituca contra problemas de saúde. A família havia informado que ela era uma paciente renal e vinha recebendo acompanhamento veterinário e tratamento. Em publicações recentes, Amanda chegou a explicar que os rins da cachorrinha já estavam comprometidos e que ela passava por exames e acompanhamento frequente.

Ainda no início de agosto, a família publicou atualizações mostrando Pituca realizando exames de sangue e relatou momentos em que seu organismo parecia responder positivamente ao tratamento. Posteriormente, no entanto, Amanda contou que houve uma piora no quadro e que a cachorrinha precisou retornar à clínica veterinária.

Até o momento, a família não divulgou um laudo estabelecendo uma causa médica específica para a morte.

A “pinscher mais brava do mundo”

Pituca ficou famosa justamente por aquilo que, dentro de casa, já fazia parte de sua personalidade: o jeito rabugento, ciumento e cheio de atitude.

Em 2023, Amanda contou ao Metrópoles que começou a publicar vídeos de Pituca e Juju durante a pandemia, em 2020. A intenção era produzir conteúdos divertidos em família, mas as cenas rapidamente conquistaram o público. Na época, as duas já somavam mais de 1,7 milhão de seguidores somente no TikTok.

Pituca ganhou até o apelido de “pinscher mais brava do mundo”. Nos vídeos, reclamava de roupas, banho, comida e das brincadeiras da família, transformando suas reações em uma das marcas do perfil. Por trás do personagem “bravo”, Amanda sempre mostrava também uma cachorrinha extremamente ligada à família e especialmente apegada à tutora.

Com o tempo, Pituca deixou de ser apenas o animal de estimação da casa e passou a fazer parte da rotina de milhões de pessoas que acompanhavam suas pequenas confusões, seus “resmungos” e a convivência com Juju e os demais integrantes da família.

No domingo 16, as brincadeiras deram lugar à despedida. Em uma mensagem publicada após a morte, a família agradeceu o carinho recebido e resumiu aquilo que os seguidores puderam acompanhar durante todos esses anos: Pituca foi muito amada até o fim.

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

CULTURARTE 315 - agosto de 2026

CULTURARTE 315 - agosto de 2026



- 15 de agosto, dia da padroeira de Maricá, Nossa Senhora do Amparo. Conheça um pouco da história da construção da Matriz que completa 224 anos.
- Jacintho Caetano: os 126 anos do maior progressista de Maricá. O homem que mudou a história da cidade, trazendo progresso como até hoje nenhum outro fez!
- O nascimento da 'Jumentinha JUJU', uma criação de Mariangela Giuliane.

Tudo isso na edição de agosto do Informativo CULTURARTE, já circulando nas versões on line e revista eletrônica.










sexta-feira, 24 de julho de 2026

CULTURARTE 314 - julho de 2026 (segunda edição)

CULTURARTE 314
julho de 2026 (segunda edição)



- Você conhece AUTUMM IVY, a criadora e profetiza do caos e do BIMBO STOICISM?
- Rebeca Andrade confirma namoro com empresária
- "Violência física, humilhações, manipulação psicológica, e controle extremo. O inferno em minha vida", o triste e absurdo relato da mulher trans Luara Perdonatti
- Vem ai a Expo Maricá 2026, dias 6, 7 e 8 de agosto na Arena da Barra de Maricá e a artesã Pricilla Darmont estará presente com suas esculturas e aromatizadores terapêuticos e ambientais
- Vem ai a terceira edição da VIRTUOSA - FEIRA DE ARTESANATO, domingo dia 02 de agosto

Tudo isso na segunda edição do Informativo CULTURARTE do mês de julho, já circulando nas versões on line e revista eletrônica.











domingo, 12 de julho de 2026

CULTURARTE 313 - julho de 2026

CULTURARTE 313 - julho de 2026




- CÉLIA TAVARES: a vida começa quando a gente quer!
- ARTE PURA: conheça Hayanne Dantas, a jovem promessa no mundo das artes plásticas
- CARTA ABERTA por Adriana Rodrigues Monteiro
- 02/7, DIA DA INDEPENDÊNCIA DA BAHIA ou a verdadeira Independência do Brasil
- Você já ouviu falar na SEXALESCÊNCIA?
- ELA FOI PRESA POR USAR CALÇA COMPRIDA: a história de Helen Hulick. Seu ato libertou as mulheres! 
- O que é ser uma mulher forte, com Monique Cones

Tudo isso na edição de julho do Informativo CULTURARTE, já circulando nas versões on line e revista eletrônica.










sábado, 20 de junho de 2026

PADRE JOÃO DE GRAVATÁ (PE) ACOLHE ANIMAIS DE RUA EM SUA IGREJA


Tinha tudo para ser uma missa comum. Os bancos de madeira, o cheiro de incenso, os fiéis em silêncio. Mas em Gravatá, no Brasil, algo muda o roteiro toda semana: no meio da celebração, um cachorro entra pela porta principal e para — quieto, como se soubesse exatamente onde estava. Não é coincidência. É o trabalho do padre João Paulo Araujo Gomes, pároco da Paróquia de Sant'Ana, que transformou a casa de Deus em um lar provisório para quem mais precisava. Ele recolhe os animais das ruas, leva ao veterinário, cuida, alimenta e só então os apresenta à comunidade durante a própria missa — onde qualquer fiel pode se encantar e, quem sabe, adotar.

Não é raro ver um focinho curioso espiar entre os joelhos dos fiéis ou uma cauda balançando perto do altar. Os cachorros passeiam pela nave, pedem carinho e às vezes simplesmente deitam no chão — como se finalmente tivessem encontrado paz. O padre João Paulo registrou tudo nas redes sociais com palavras que tocaram o mundo: "Sempre poderão entrar, dormir, comer e encontrar proteção, porque esta casa é de Deus e eles são de Deus." A iniciativa, amplamente repercutida pela imprensa brasileira e internacional, contribuiu para reduzir o abandono de animais em Gravatá — dezenas já encontraram famílias que os aguardavam sem nem saber disso.

Nem todos foram embora. Alguns chegaram tão fracos, tão marcados pela vida nas ruas, que o padre simplesmente não conseguiu dizer adeus. E não disse. Eles ficaram. Vivem na casa paroquial, comem na hora certa e nunca mais precisaram buscar sobras no chão. João Paulo confessou isso com ternura desarmante, sem discurso — como quem conta algo natural. E talvez seja exatamente isso o que mais emociona nessa história: a ausência de heroísmo calculado. Um homem que simplesmente abriu a porta. E nunca mais fechou.