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quarta-feira, 9 de setembro de 2026
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terça-feira, 25 de agosto de 2026
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agosto de 2026 (segunda edição)
domingo, 16 de agosto de 2026
Morre Pituca, a pinscher conhecida pelo jeito “bravo” que conquistou a internet, aos 12 anos
Tutora Amanda contou que a cachorrinha passou seus últimos momentos junto da família e morreu nos braços dela e da filha na manhã do domingo (16/8)
A cachorrinha Pituca, uma das pinschers mais conhecidas das redes sociais brasileiras, morreu na manhã do domingo, 16 de agosto, aos 12 anos. A notícia foi comunicada pela própria família nos perfis de Juju e Pituca, onde milhões de pessoas acompanharam durante anos o jeito irreverente e a personalidade marcante da pequena cadela.
Segundo Amanda, tutora de Pituca, a cachorrinha morreu por volta das 6:50h da manhã, em casa, depois de passar a madrugada bastante debilitada. Ela apresentava dificuldade para respirar e já não conseguia andar, comer ou beber água sem ajuda.
Emocionada, Amanda contou que permaneceu ao lado dela até os últimos instantes.
“Eu lutei até o final, fiquei com ela até o final, e ela faleceu nos nossos braços”, relatou. Em outra publicação, a família afirmou que Pituca estava cercada por Amanda e Mayara no momento da despedida.
Pituca vinha enfrentando problemas de saúde
Nos últimos tempos, os seguidores já acompanhavam a luta de Pituca contra problemas de saúde. A família havia informado que ela era uma paciente renal e vinha recebendo acompanhamento veterinário e tratamento. Em publicações recentes, Amanda chegou a explicar que os rins da cachorrinha já estavam comprometidos e que ela passava por exames e acompanhamento frequente.
Ainda no início de agosto, a família publicou atualizações mostrando Pituca realizando exames de sangue e relatou momentos em que seu organismo parecia responder positivamente ao tratamento. Posteriormente, no entanto, Amanda contou que houve uma piora no quadro e que a cachorrinha precisou retornar à clínica veterinária.
Até o momento, a família não divulgou um laudo estabelecendo uma causa médica específica para a morte.
A “pinscher mais brava do mundo”
Pituca ficou famosa justamente por aquilo que, dentro de casa, já fazia parte de sua personalidade: o jeito rabugento, ciumento e cheio de atitude.
Em 2023, Amanda contou ao Metrópoles que começou a publicar vídeos de Pituca e Juju durante a pandemia, em 2020. A intenção era produzir conteúdos divertidos em família, mas as cenas rapidamente conquistaram o público. Na época, as duas já somavam mais de 1,7 milhão de seguidores somente no TikTok.
Pituca ganhou até o apelido de “pinscher mais brava do mundo”. Nos vídeos, reclamava de roupas, banho, comida e das brincadeiras da família, transformando suas reações em uma das marcas do perfil. Por trás do personagem “bravo”, Amanda sempre mostrava também uma cachorrinha extremamente ligada à família e especialmente apegada à tutora.
Com o tempo, Pituca deixou de ser apenas o animal de estimação da casa e passou a fazer parte da rotina de milhões de pessoas que acompanhavam suas pequenas confusões, seus “resmungos” e a convivência com Juju e os demais integrantes da família.
No domingo 16, as brincadeiras deram lugar à despedida. Em uma mensagem publicada após a morte, a família agradeceu o carinho recebido e resumiu aquilo que os seguidores puderam acompanhar durante todos esses anos: Pituca foi muito amada até o fim.
quinta-feira, 13 de agosto de 2026
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sexta-feira, 24 de julho de 2026
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quinta-feira, 25 de junho de 2026
sábado, 20 de junho de 2026
PADRE JOÃO DE GRAVATÁ (PE) ACOLHE ANIMAIS DE RUA EM SUA IGREJA
Tinha tudo para ser uma missa comum. Os bancos de madeira, o cheiro de incenso, os fiéis em silêncio. Mas em Gravatá, no Brasil, algo muda o roteiro toda semana: no meio da celebração, um cachorro entra pela porta principal e para — quieto, como se soubesse exatamente onde estava. Não é coincidência. É o trabalho do padre João Paulo Araujo Gomes, pároco da Paróquia de Sant'Ana, que transformou a casa de Deus em um lar provisório para quem mais precisava. Ele recolhe os animais das ruas, leva ao veterinário, cuida, alimenta e só então os apresenta à comunidade durante a própria missa — onde qualquer fiel pode se encantar e, quem sabe, adotar.
Não é raro ver um focinho curioso espiar entre os joelhos dos fiéis ou uma cauda balançando perto do altar. Os cachorros passeiam pela nave, pedem carinho e às vezes simplesmente deitam no chão — como se finalmente tivessem encontrado paz. O padre João Paulo registrou tudo nas redes sociais com palavras que tocaram o mundo: "Sempre poderão entrar, dormir, comer e encontrar proteção, porque esta casa é de Deus e eles são de Deus." A iniciativa, amplamente repercutida pela imprensa brasileira e internacional, contribuiu para reduzir o abandono de animais em Gravatá — dezenas já encontraram famílias que os aguardavam sem nem saber disso.
Nem todos foram embora. Alguns chegaram tão fracos, tão marcados pela vida nas ruas, que o padre simplesmente não conseguiu dizer adeus. E não disse. Eles ficaram. Vivem na casa paroquial, comem na hora certa e nunca mais precisaram buscar sobras no chão. João Paulo confessou isso com ternura desarmante, sem discurso — como quem conta algo natural. E talvez seja exatamente isso o que mais emociona nessa história: a ausência de heroísmo calculado. Um homem que simplesmente abriu a porta. E nunca mais fechou.









































